A Victor Hugo
(Le dernier jour d`un condamné)
Fria sentença: à morte condenado.
Idéia lúgubre lhe vem à mente,
Sorte dele e da lâmina serpente,
Que, juntos, selam o fúnebre noivado.
A poucas horas do terrível fado,
A guilhotina é preparada. Rente,
Um cesto é posto, onde, ao olhar da gente,
O cadafalso espera o renegado.
A multidão se estreita, ali, na esquina
Da grande Praça*, palco do infeliz
Que espera a hora da carnificina.
— Não há mais tempo (O atroz carrasco diz),
Está na hora — Desce a guilhotina...
Cala-se a voz, mas quem morre é Paris.
* Praça de Grève - Local em Paris onde se executava, através da guilhotina, os condenados à morte na França do século XIX.
1 comentários:
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