Poeta Carlos Eduardo Drummond
A poesia, a prosa, a música, o pensamento, a arte do poeta Carlos Eduardo Drummond...
segunda-feira, 7 de maio de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Borboleta Cor de Areia (2a Edição)

Em abril de 1996, debutei na literatura publicando meu livro de poemas Borboleta Cor de Areia. Esgotados os 1000 exemplares da edição original, disponibilizo agora pela Agbook a 2a edição do livro. No site é possível encomendar um exemplar impresso ou baixar em formato e-book, a preços populares. Confira no link abaixo.
Pequenos Sons (2a Edição)

Está disponível pela editora Agbook a 2a edição do meu livro de sonetos "Pequenos Sons", lançado originalmente em dezembro de 2003. No site é possível adquirir o livro impresso e também baixar em formato e-book, a preços populares. Acesse o link abaixo e confira.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Bloco Filhos de Jorge 2012
Ninguém vai me segurar...
(Flavinho - Me Leva - Drummond)
Ouça: www.filhosdejorge.art.br
Aconteceu...
O despertar de um lindo sonho meu!
A emoção resplandesceu
No coração da Leopoldina!
A vida embalada em canções,
Extravasando emoções...
Um elo de amor e felicidade,
É o samba que manda na minha cidade!
Sou filho de Jorge, o Santo Guerreiro,
Sou nobre na fé, sou brasileiro,
Meu santo é forte, ninguém vai me segurar...
Eu levo a sorte, deixo a vida me levar...
(Flavinho - Me Leva - Drummond)
Ouça: www.filhosdejorge.art.br
Aconteceu...
O despertar de um lindo sonho meu!
A emoção resplandesceu
No coração da Leopoldina!
A vida embalada em canções,
Extravasando emoções...
Um elo de amor e felicidade,
É o samba que manda na minha cidade!
Sou filho de Jorge, o Santo Guerreiro,
Sou nobre na fé, sou brasileiro,
Meu santo é forte, ninguém vai me segurar...
Eu levo a sorte, deixo a vida me levar...
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Eu me lembro...
Eu me lembro, eu me lembro...
Em meados de dezembro
Um menino conheci.
Eu ainda era criança
Quando brilhou a esperança
No então menino que vi.
Deixei de ser pequenino
Mas meu amigo menino
Não deixou de ser criança.
E todo mês de dezembro,
Em seus olhinhos, me lembro,
Brilhava a luz da esperança.
Sim, na noite de Natal,
De Belém vinha um sinal
Ao som de um sagrado hino.
Uma estrela me dizia
Que se chamava Maria,
E que era mãe do menino.
Então, num clarão divino,
O meu amigo menino
Surgia em forma de luz.
Todo de branco, vestido,
Sussurrava ao meu ouvido:
— Eu sou o menino Jesus.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Parábola do Vaga-Lume
Fito, à noite, um pequeno vaga-lume,
Que, bailando ao frescor da madrugada,
Como a luz que desponta na alvorada,
Cintila alegre no total negrume.
Embora eu saiba quão pequeno é o lume,
Fito em silêncio, e, sem dizer-lhe nada,
Ali, na placidez desesperada,
Paro e medito à luz que se resume:
“Se tão pequeno inseto, calmamente,
Na noite escura e tenebrosa, trilha
Um caminho de luz fosforescente,
Eu, humilde, ao ver esta maravilha,
Não consigo entender por que, descrente,
A luz da humanidade inda não brilha!?”
Que, bailando ao frescor da madrugada,
Como a luz que desponta na alvorada,
Cintila alegre no total negrume.
Embora eu saiba quão pequeno é o lume,
Fito em silêncio, e, sem dizer-lhe nada,
Ali, na placidez desesperada,
Paro e medito à luz que se resume:
“Se tão pequeno inseto, calmamente,
Na noite escura e tenebrosa, trilha
Um caminho de luz fosforescente,
Eu, humilde, ao ver esta maravilha,
Não consigo entender por que, descrente,
A luz da humanidade inda não brilha!?”
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Quem não gosta de samba bom sujeito não é...
Samba Concorrente: Imperatriz Leopoldinense - Carnaval 2012 - "Jorge, Amado Jorge"
AUTORES: Flavinho, Me leva, Gil Branco, Tião Pinheiro e Drummond
http://www.oterminal.com.br/carnavalesco/detal_carnavalesco.php?car_id=653
INTÉRPRETE: Nêgo
Oxalá!
Tua coroa ilumina o meu caminhar!
Vem do mar a esperança,
Navegando na lembrança,
Seguindo pelas águas de Iemanjá!
Traz da Bahia seu filho amado,
Canta as estórias que ele contou...
No vento, a liberdade!
No peito, um ideal!
Perfume, malandragem, boemia...
O país do Carnaval!
Põe tempero, Gabriela... Pro povo sambar!
Do jardim a Flor mais bela, também quero amar!
Tereza Batista cansada de guerra...
Tieta seduziu o meu olhar!
Palavras à beira do cais
No porto do meu coração!
Traduziu com sentimento a alma desse chão,
Valorizou toda grandeza
Da nossa miscigenação!
Obá de Xangô!
Okê Arô, eu peço proteção!
Os tambores anunciam:
É canto e dança em louvação!
Desce a ladeira, de verde e branco, vem cantar!
Ecoam meus versos do Rio à Bahia,
Ao som do berimbau na bateria!
A bênção, meu pai Amado!
É dia de festa, o povo vem te abraçar!
A Imperatriz vai convidar,
Quem é de paz, pode entrar!
INTÉRPRETE: Nêgo
Oxalá!
Tua coroa ilumina o meu caminhar!
Vem do mar a esperança,
Navegando na lembrança,
Seguindo pelas águas de Iemanjá!
Traz da Bahia seu filho amado,
Canta as estórias que ele contou...
No vento, a liberdade!
No peito, um ideal!
Perfume, malandragem, boemia...
O país do Carnaval!
Põe tempero, Gabriela... Pro povo sambar!
Do jardim a Flor mais bela, também quero amar!
Tereza Batista cansada de guerra...
Tieta seduziu o meu olhar!
Palavras à beira do cais
No porto do meu coração!
Traduziu com sentimento a alma desse chão,
Valorizou toda grandeza
Da nossa miscigenação!
Obá de Xangô!
Okê Arô, eu peço proteção!
Os tambores anunciam:
É canto e dança em louvação!
Desce a ladeira, de verde e branco, vem cantar!
Ecoam meus versos do Rio à Bahia,
Ao som do berimbau na bateria!
A bênção, meu pai Amado!
É dia de festa, o povo vem te abraçar!
A Imperatriz vai convidar,
Quem é de paz, pode entrar!
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