Presidente: Breno Araújo Vice-presidente: Moa Carnavalesco: Marcos Januário Bateria: Marquinhos Swing Parceria: Drummond, Gabe Samba, Toinho, Alexandre Macaquinho, Renne Barbosa, Tuninho, Guilherme Macedo, Samuel Coelho, Jota Montalvão e Adriel Coelho Participação Especial: Gil Branco e Ribamar Intérprete: Charles Brasil, Quem contou a tua história Mexeu, revirou, sacudiu, Brincou com o povo que sempre ouviu A mesma promessa que não se cumpriu... Nos tempos de Dom João, A “tinta” exagerava, relatava... Conta o Padre Perereca, Aumenta, mas não inventa, Bem-vinda, Família Real: Verdadeiro Carnaval... “Puxa o saco” do Rei, deixa a Corte feliz, É mais um “Conto do Vigário” que diz... E o povo que sustenta essa “Nação”, Com cara de bobo, segue a procissão... Assim, num esforço de exaltação, Escondeu as mazelas da população! Verdade ou mentira? É realidade? Me diga na cara com sinceridade! Não quero “jeitinho”, Mereço um país com justiça e igualdade! Meu Lobo chegou, não é "fakenews", É boa notícia, vou compartilhar, Entrando em cena, amor, Nessa festa popular! Sou Independentes de Olaria, A minha Escola vai arrepiar... Cantando memórias do tempo do Rei, Bota o Padre pra sambar!
28 de agosto de 2019
06:05
Carlos Eduardo Drummond
Presidente: Breno Araújo Vice-presidente: Moa Carnavalesco: Marcos Januário Bateria: Marquinhos Swing Parceria: Drummond, Gabe Samba, Toinho, Alexandre Macaquinho, Renne Barbosa, Tuninho, Guilherme Macedo, Samuel Coelho, Jota Montalvão e Adriel Coelho Participação Especial: Gil Branco e Ribamar Intérprete: Charles Brasil, Quem contou a tua história Mexeu, revirou, sacudiu, Brincou com o povo que sempre ouviu A mesma promessa que não se cumpriu... Nos tempos de Dom João, A “tinta” exagerava, relatava... Conta o Padre Perereca, Aumenta, mas não inventa, Bem-vinda, Família Real: Verdadeiro Carnaval... “Puxa o saco” do Rei, deixa a Corte feliz, É mais um “Conto do Vigário” que diz... E o povo que sustenta essa “Nação”, Com cara de bobo, segue a procissão... Assim, num esforço de exaltação, Escondeu as mazelas da população! Verdade ou mentira? É realidade? Me diga na cara com sinceridade! Não quero “jeitinho”, Mereço um país com justiça e igualdade! Meu Lobo chegou, não é "fakenews", É boa notícia, vou compartilhar, Entrando em cena, amor, Nessa festa popular! Sou Independentes de Olaria, A minha Escola vai arrepiar... Cantando memórias do tempo do Rei, Bota o Padre pra sambar!
3 de agosto de 2019
11:36
Carlos Eduardo Drummond
Depois de participar do livro "Dramaturgia Negra", tive a honra de integrar uma fantástica equipe de compositores, do RJ e de SP, na composição de um Samba para concorrer na Escola Tom Maior, do Grupo Especial de São Paulo. O enredo? "É Coisa de Preto! 🤜🤛
Maravilhosa e justa homenagem a essa gente iluminada a quem devemos gratidão eterna! Parabéns, Tom Maior
Obrigado: Filosofia, Nando, Tuca, Marcio André Filho, Moraes, Gilson, Leandro, Waldemar, Marcelo e Fredy Vianna, que gravou divinamente!
2 de maio de 2019
14:49
Carlos Eduardo Drummond
Aniversário de 2 anos do lançamento de “CAETANO – uma biografia”. Motivos para comemorar não faltam. O livro permanece na lista dos mais vendidos do Grupo Editorial Pensamento (Seoman). Minha gratidão aos leitores de todo o Brasil que postaram opiniões favoráveis ao livro nas redes sociais e nos sites Amazon e Skoob. Vida longa e próspera a “CAETANO – uma biografia”.😀😀😀🎉🎈🎂🍰
9 de abril de 2019
04:30
Carlos Eduardo Drummond
Tive a honra de trabalhar na nova edição do livro de poemas de Candido Portinari. Dessa vez os textos virão acompanhados de pinturas que remetem à infância do pintor. O contato com essa atmosfera carregada de beleza e bom gosto me inspirou a escrever um poema, a exemplo de Bandeira, Vinícius, Drummond e tantos outros. Viva Portinari!
* Detalhe do mural Guerra e Paz (Portinari)
30 de janeiro de 2019
28 de novembro de 2018
08:44
Carlos Eduardo Drummond
O WhatsApp se tornou uma espécie
de TV, cuja programação é comandada por seus contatos. A pessoa elabora uma
grade multimídia e diariamente envia para a tela do seu smartphone. Um vídeo
supostamente engraçado, uma crítica ao PT, outra ao Bolsonaro, o assalto
ocorrido no bairro, uma cena escatológica, uma bizarrice, um link duvidoso, e sexo, muito sexo. A
variação é infinita, o nível de utilidade, quase sempre baixo. Diferentemente
da TV tradicional, no WhatsApp a programação não tem horário fixo e divisão por
temas. Você recebe um vídeo pornô, às 11h da manhã, e uma risada do Mootley, um minuto depois. Claro, de
manhã a TV ZAP começa sua programação com o tradicional "bom dia!", que é repetido
em coro naquele grupo de amigos da faculdade. À noite, alguns “diretores” encerram a programação, enquanto outros continuam madrugada afora, com fotos em
festas, shows, e outras cenas testemunhadas ao vivo. No meio dessa miscelânea
virtual, salvam-se as mensagens realmente úteis, de voz, ou de texto, que se tornaram o terror das empresas de telefonia. Aprecio novidades tecnológicas,
especialmente ferramentas de comunicação, mas, confesso, não quero ser
assinante da TV ZAP. Já saí de alguns grupos (não sem arranhões) e mantenho
silenciados os poucos que ainda me têm como participante. Da lista de contatos,
volta e meia, preciso pedir gentilmente que me tirem da “programação” diária,
ou, pelo menos, que diminuam a carga. E só assim usufruo dessa ótima
ferramenta, economizando tempo e dinheiro.
Carlos Eduardo Drummond
20 de novembro de 2018
04:13
Carlos Eduardo Drummond
Passei toda minha vida de estudante sem ouvir falar de MARIA FIRMINA DOS REIS. Esquecida pela história oficial, essa mulher extraordinária tornou-se a primeira romancista brasileira, ao publicar seu livro “Úrsula”, em 1859. Graças à FLUP (Feira Literária das Periferias) desse ano, ganhei de presente sua incrível história. Negra, nascida no Maranhão, escritora, professora, abolicionista. MARIA FIRMINA DOS REIS é uma heroína brasileira, contudo, o silêncio persistente em torno de seu nome quase fez com que eu não tivesse o privilégio de conhecer sua obra. Parafraseando o samba da Mangueira do próximo ano: “Brasil, meu nego, deixa eu te contar a História que a História não conta...”
Fonte: https://www.brasildefato.com.br
26 de outubro de 2018
07:45
Carlos Eduardo Drummond
JULGAMENTO
Eu quero ouvir você olhando o vento,
E quero ver você cantando alto,
Mas não procure, assim, de modo incauto,
Zombar da força do meu pensamento.
Não deixe a glória desse sentimento
Julgar meus dons e me tomar de assalto.
A mesma angústia e o mesmo sobressalto
A mesma angústia e o mesmo sobressalto
Crucificaram-me em seu Julgamento.
Mas a verdade é um dom que vem de Deus,
E contra Deus ninguém conspirará.
A Ele entrego a luz dos sonhos meus,
Em suas mãos, entrego quem virá...
Em suas mãos, entrego quem virá...
E assim construo, sem dizer adeus,
A estrada longa desse meu penar.
Carlos Eduardo Drummond
(Musicado por André Sah)
31 de julho de 2018
13:02
Carlos Eduardo Drummond
Quem não tem dinheiro conta história! (vou contar!) “Isso aqui tá tão sinistro, é preciso rir pra respirar!” Quem me dera um justiceiro, herói do povo, Pra tirar de quem tem mais, Dividir com quem tem pouco, Sem ter a ambição do Rei, Que viu a maldição do seu tesouro! Lá no Reino da Lídia o vil metal surgiu, Na China, ganhou fama no papel, Aí que tudo foi pro beleléu, O seu poder virou cobiça no Brasil! O índio valente gritou: Awê, awê, awê! O pau vai comer! (Ê... Ê...) Mas o “portuga” deu apito, Pôs na cabeça o cocar, A riqueza vai levar... Tem o outro lado da moeda Que o primeiro “Real” financiou... Berço dessa tal desigualdade Que a senhora liberdade não curou! E a gente vai pagando em prestação, Apostando em Previdência, Enquanto outros vivem de aplicação! Nessa roda da fortuna, gira vida, vira sorte, Meu Deus, será que vou enriquecer? Eu quero ser Tio Patinhas, Juntar dinheiro de montão, Ser “o astro” “além do paraíso”, A e$trela virtual brilhante nessa imensidão... Vou desfilar com a Imperatriz na Lua, Tão linda que flutua no espaço sideral... De verde e branco o sonho mais bonito, Colorir o infinito com meu Carnaval!
Compositores: Flavinho, Drummond, João Paulo, Luiz Lemos,Salgado Luz e Marcelo Lepiane Part Especial: Márcio André, Vaguinho, Maquinhos Bombeiro, Fernando Nick Car e Guilherme Macedo Intérpretes: Emerson Dias e Vaguinho
13 de julho de 2018
4 de junho de 2018
15 de maio de 2018
13 de maio de 2018
12:34
Carlos Eduardo Drummond
Amor de mãe é o mais completo sentimento. Não tem limites e obstáculos. É acima da Lei, não acaba nem por decreto. É amor engenhoso, perseverante e atleta, supera barreiras e desavenças. Até nos erros o amor materno está. E mesmo neles, aponta novos caminhos que, invariavelmente, começam e terminam no coração. Agradecer a tudo isso é como agradecer pelo ar que respiramos. A onipresença do amor de mãe acompanha a vida inteira do filho, na alegria, na tristeza, no silêncio, na distância. A todas as mães do mundo, uma salva de palmas!
Carlos Eduardo Drummond
2 de maio de 2018
15:20
Carlos Eduardo Drummond
Hoje (03/05/2018) é o aniversário de um
ano do lançamento de “CAETANO – uma biografia”, primeira grande biografia sem
autorização publicada no Brasil após a mudança da lei pelo STF. Jornais,
revistas, emissoras de TV e rádio, do país e do exterior, comentaram e comentam
o assunto até hoje. Foram mais de 40 entrevistas. Isso, por si só, seria motivo
de comemoração. Mas as razões vão muito além. A vendagem se mantém firme e o
livro já teve sua primeira reimpressão. As inúmeras manifestações de carinho e
gratidão postadas pelos leitores nas redes sociais atestam que o livro tinha mesmo de ser
publicado. Por esses e outros motivos, convidamos todos a celebrar conosco esse
momento ímpar. Vida longa e próspera a “CAETANO – uma biografia”.
Carlos Eduardo Drummond
Marcio Nolasco
17 de abril de 2018
09:53
Carlos Eduardo Drummond
Precisamos
salvar o AQUI,
Sobretudo quando perto do AGORA...
No metrô, no trem, no ônibus,
Nas ruas, nas mesas de bar,
Na fila de espera, na sala,
No quarto, na cozinha, no banheiro,
Na hora sagrada do jantar...
O homem moderno prefere o lá,
O ali, o acolá, mesmo cercado de outros,
Também ligados no acolá,
O homem moderno ignora,
Esquece o AQUI, e deixa escapar pelos dedos
O real sentido da vida, o AGORA!
Sobretudo quando perto do AGORA...
No metrô, no trem, no ônibus,
Nas ruas, nas mesas de bar,
Na fila de espera, na sala,
No quarto, na cozinha, no banheiro,
Na hora sagrada do jantar...
O homem moderno prefere o lá,
O ali, o acolá, mesmo cercado de outros,
Também ligados no acolá,
O homem moderno ignora,
Esquece o AQUI, e deixa escapar pelos dedos
O real sentido da vida, o AGORA!
Carlos Eduardo Drummond
28 de março de 2018
05:55
Carlos Eduardo Drummond
A poesia nossa de cada dia...
Se o metrô está cheio,
Leio poesia...
Se o trem está lotado,
Leio poesia...
Se o ônibus demora,
Leio poesia...
E assim, entre um ponto e uma estação,
Entre rimas e metáforas,
Entre braços e esbarrões,
Entre apitos e sinais,
Entre versos e antíteses,
Viajo de primeira classe nos braços da poesia...
Ó, Pai, enquanto a vida passa depressa,
Não deixeis faltar
A poesia nossa de cada dia...
Carlos Eduardo Drummond
24 de março de 2018
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