11 de fevereiro de 2021
9 de fevereiro de 2021
03:00
Carlos Eduardo Drummond
50 anos em 8 de Fevereiro de 2021!
Vivo e com saúde, tenho certeza de que alguém, em algum lugar, está lendo um verso meu, viajando nas histórias que narrei sobre Caetano Veloso, ouvindo um samba que ajudei a compor ou apenas relembrando um bom momento a meu lado.
Eis a minha celebração!
02:59
Carlos Eduardo Drummond
Compositores: Drummond, Flavinho, Frank, Leila T. Serpes e Salgado Luz.
Participação Especial: Ronaldo Poeta e Luizinho das Camisas Intérpretes: Wantuir e Pitty Meninos, eu vi... O Sol de um Brasil gigante Brilhante nos olhos do artista! Vem ver Cererê, vem ver... Nas mãos que o destino unificou, A mais bela forma de expressar, O dom que em cena se moldou, Magia no AR... LINDO mar de fantasias, Sonho partilhado, arte que transborda em nascente, Xica e Chico-Rei, negros coroados, Apenas uma história diferente! Lá vai ele, peito aberto, meu amor... No rastro da estrela, caminho de luz, Escreveu Brasilidade, com a sua identidade, Nesse chão de Vera Cruz! Onde canta o sabiá... Tracei teu caminho no Reino de Ramos, Vestindo o Barroco em verde e branco, Ê, Bahia! Ê, Bahia! Gira na barra da saia, Guia e espelho de prata, agô! Vem no trem da alegria, Cai no samba, morena, Teu gingado não nega a cor... "Saudade, hoje você é Carnaval" No palco, a cortina se fechou, Mas seu legado o mago perpetuou... Sou o Rei desse lugar... pra eternidade! Em cada coração que é Imperatriz de verdade! Ó, mestre Arlindo, no céu a brilhar... “Voltei” só pra te consagrar!11 de setembro de 2020
03:29
Carlos Eduardo Drummond
18 de julho de 2020
05:07
Carlos Eduardo Drummond
O momento requer cuidado. O próximo Carnaval ainda não tem data definida, mas, em algum momento, a festa vai acontecer. Sim, eu sei, é hora de refletir. Mas eu faço uma promessa: Enquanto estivermos nesse período de isolamento, me comprometo a fazer uso da poesia e da música para deixar uma mensagem de amor e esperança a todos nós. Com grande alegria, compartilho o clipe completo do samba que ajudei a compor com minha parceria de São Paulo, para concorrer na Escola Tom Maior. O enredo é uma recriação da história do livro “O Pequeno Príncipe” no Sertão brasileiro. Não importa o resultado. É samba para a vida inteira! Obrigado, Tomageski, Dico, André Filosofia, Nando Do Cavaco, Tuca Maia, Nellipe, Edson Liz, Cley Márcio e Diley Machado. Vocês são fantásticos! Agradeço também aos cantores e cantoras que deram seu brilho a essa gravação, em especial Tays Calhado e Evandro Malandro.
25 de maio de 2020
28 de abril de 2020
10:52
Carlos Eduardo Drummond
Alô, amigos! Quinta-Feira, 30 de abril, a partir das 18h, estarei na Resenha do Leme, a Live da produtora de conteúdos Leme Filmes. Falaremos de Samba-Enredo, Literatura, Poesia e Carnaval, não necessariamente nessa ordem 😃. Vai perder?
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10 de dezembro de 2019
2 de dezembro de 2019
11:22
Carlos Eduardo Drummond
02 de DEZEMBRO - DIA NACIONAL DO SAMBA! 🥁🎉🎊
Nessa data especial, quero novamente agradecer às diretorias das escolas de samba "G. R. E. S. Independentes de Olaria", da Zona Norte do Rio de Janeiro, e "S. R. C. Os Rouxinóis", atual campeã do Carnaval de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, por escolherem um samba de minha autoria para embalar seus respectivos desfiles no Carnaval 2020. Em breve divulgarei aqui o clipe com a gravação oficial! Viva o Samba! 🏆🏆
Nessa data especial, quero novamente agradecer às diretorias das escolas de samba "G. R. E. S. Independentes de Olaria", da Zona Norte do Rio de Janeiro, e "S. R. C. Os Rouxinóis", atual campeã do Carnaval de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, por escolherem um samba de minha autoria para embalar seus respectivos desfiles no Carnaval 2020. Em breve divulgarei aqui o clipe com a gravação oficial! Viva o Samba! 🏆🏆
15 de novembro de 2019
05:15
Carlos Eduardo Drummond
Acompanhei poucas novelas. Nada contra. Minha vida é que se tornou mais rica em atividades, ao mesmo tempo em que meus interesses se multiplicaram. Mas essa mudança não impediu que eu começasse a assistir à novela “Bom Sucesso”, exibida atualmente na TV Globo. O personagem Alberto (Antonio Fagundes) é dono de uma Editora e, como eu, apaixonado por livros. Ele passa boa parte das cenas lendo trechos de clássicos da literatura mundial para a personagem Paloma (Grazi Massafera). O protagonismo que a novela dá aos livros e à valorização do hábito da leitura, tão intensamente lembrados em cada cena, é digno de um reconhecimento público. De tão íntimo do personagem Alberto, passei a acompanhar o Podcast “Clube do Livro”, apresentado por Antonio Fagundes. Um bálsamo de cultura todas as quintas. Esses já seriam motivos de sobra para eu acompanhar a novela, mas há outros. A quantidade de coincidências (e afinidades) que me ligam à trama é tão surpreendente que chego a fantasiar que os autores já me conheciam rs. Vamos às principais: Eu nasci em Bonsucesso, bairro que dá nome ao folhetim, e que serve de cenário para a maioria das cenas. A personagem Paloma, moradora do bairro, é integrante de uma escola de samba fictícia. Os componentes nas cenas são meus amigos da Imperatriz Leopoldinense, escola de cuja ala de compositores faço parte. Nos primeiros capítulos, havia uma polêmica envolvendo a publicação de uma biografia. Eu escrevi uma biografia não autorizada. Na novela, a autora da biografia é Silvana Nolasco (Ingrid Guimarães). E o colega que escreveu o livro comigo se chama Marcio Nolasco. Parte da trama se passa na Editora de Alberto. Eu também sou editor, pois já editei livros por uma fundação pública federal. E por aí vai... livros, editoras, biografias, escolas de samba, Carnaval. Enfim, são muitos os pontos que unem a trama à minha história pessoal. A arte imita a vida... ou a vida imita a arte? Aos autores da novela, meu sincero agradecimento!
13 de outubro de 2019
16:55
Carlos Eduardo Drummond
Em agosto de 2004, recebi um telefonema inesperado da Editora Objetiva. A pessoa na linha me informava que o projeto da biografia do Caetano Veloso não seguiria por falta de autorização. No dia seguinte, sete anos de trabalho jaziam trancados numa gaveta. Na época não havia debates sobre biografias autorizadas ou não autorizadas. De concreto, existiam os Artigos 20 e 21 do Código Civil, que obrigavam a existência de uma autorização formal do biografado (ou seus herdeiros) para a publicação do livro. Portanto, não havia qualquer perspectiva de publicação. Vivi naquele momento o maior pesadelo de um escritor. Depois disso, passei meses pensando em outro livro para escrever, obviamente sem necessidade de autorização. Certo dia, eu olhava distraído para o horizonte, quando a palavra “Dreamaker” surgiu à revelia em minha mente. Estava ali um tema em potencial. Comecei, então, a escrever meu novo livro: “Dreamaker – O Realizador de Sonhos”. Escrevia, reescrevia, cortava trechos, inseria parágrafos, eliminava histórias. E assim lapidei frases, burilei palavras, desenhei as ilustrações, concebi a capa (totalmente amadora, reconheço), trabalhei meses, anos, escrevendo e reescrevendo o livro. Eu não tinha pretensão de torná-lo um Best Seller. Simplesmente usava a escrita como válvula de escape. Eu exorcizava cada um dos meus sentimentos de frustração cada vez que eu revisava o livro. A temática também me inspirava. E o mais incrível. Meu personagem principal, o misterioso Melquisedeck, parecia conversar comigo o tempo inteiro. “Não abandone seus sonhos”, dizia ele a cada capítulo que eu terminava. De fato, relendo o livro hoje, distanciado pelo tempo e com o livro “CAETANO – uma biografia” já lançado e sucesso de vendas, me arrisco a dizer que tive uma espécie de epifania naquela tarde. Mas a história não termina aí. Ainda no período em que eu reescrevia e revisava o texto, me deparei acidentalmente com um personagem homônimo no livro “O Alquimista”, de Paulo Coelho. Eu já tinha lido essa obra, mas sequer me recordava desse personagem. O mais misterioso de tudo isso é que também no livro dele o personagem assume o papal de alguém que chega para ajudar, alguém que aparece, em momento inesperado, para ajudar alguém merecedor a realizar um sonho justo e legítimo. Eu contei toda essa história para anunciar que o livro “Dreamaker – O Realizador de Sonhos” (que eu nunca lancei em versão tradicional) agora está disponível na Amazon, em formato e-book, para leitura no Kindle (e outros aplicativos), a um preço de amigo (R$ 6,00). Ler esse livrinho despretensioso à luz de sua fantástica história é conhecer um pouco da minha própria biografia.
28 de agosto de 2019
06:05
Carlos Eduardo Drummond
Presidente: Breno Araújo Vice-presidente: Moa Carnavalesco: Marcos Januário Bateria: Marquinhos Swing Parceria: Drummond, Gabe Samba, Toinho, Alexandre Macaquinho, Renne Barbosa, Tuninho, Guilherme Macedo, Samuel Coelho, Jota Montalvão e Adriel Coelho Participação Especial: Gil Branco e Ribamar Intérprete: Charles Brasil, Quem contou a tua história Mexeu, revirou, sacudiu, Brincou com o povo que sempre ouviu A mesma promessa que não se cumpriu... Nos tempos de Dom João, A “tinta” exagerava, relatava... Conta o Padre Perereca, Aumenta, mas não inventa, Bem-vinda, Família Real: Verdadeiro Carnaval... “Puxa o saco” do Rei, deixa a Corte feliz, É mais um “Conto do Vigário” que diz... E o povo que sustenta essa “Nação”, Com cara de bobo, segue a procissão... Assim, num esforço de exaltação, Escondeu as mazelas da população! Verdade ou mentira? É realidade? Me diga na cara com sinceridade! Não quero “jeitinho”, Mereço um país com justiça e igualdade! Meu Lobo chegou, não é "fakenews", É boa notícia, vou compartilhar, Entrando em cena, amor, Nessa festa popular! Sou Independentes de Olaria, A minha Escola vai arrepiar... Cantando memórias do tempo do Rei, Bota o Padre pra sambar!
3 de agosto de 2019
11:36
Carlos Eduardo Drummond
Depois de participar do livro "Dramaturgia Negra", tive a honra de integrar uma fantástica equipe de compositores, do RJ e de SP, na composição de um Samba para concorrer na Escola Tom Maior, do Grupo Especial de São Paulo. O enredo? "É Coisa de Preto! 🤜🤛
Maravilhosa e justa homenagem a essa gente iluminada a quem devemos gratidão eterna! Parabéns, Tom Maior
Obrigado: Filosofia, Nando, Tuca, Marcio André Filho, Moraes, Gilson, Leandro, Waldemar, Marcelo e Fredy Vianna, que gravou divinamente!
2 de maio de 2019
14:49
Carlos Eduardo Drummond
Aniversário de 2 anos do lançamento de “CAETANO – uma biografia”. Motivos para comemorar não faltam. O livro permanece na lista dos mais vendidos do Grupo Editorial Pensamento (Seoman). Minha gratidão aos leitores de todo o Brasil que postaram opiniões favoráveis ao livro nas redes sociais e nos sites Amazon e Skoob. Vida longa e próspera a “CAETANO – uma biografia”.😀😀😀🎉🎈🎂🍰
9 de abril de 2019
04:30
Carlos Eduardo Drummond
Tive a honra de trabalhar na nova edição do livro de poemas de Candido Portinari. Dessa vez os textos virão acompanhados de pinturas que remetem à infância do pintor. O contato com essa atmosfera carregada de beleza e bom gosto me inspirou a escrever um poema, a exemplo de Bandeira, Vinícius, Drummond e tantos outros. Viva Portinari!
* Detalhe do mural Guerra e Paz (Portinari)
30 de janeiro de 2019
28 de novembro de 2018
08:44
Carlos Eduardo Drummond
O WhatsApp se tornou uma espécie
de TV, cuja programação é comandada por seus contatos. A pessoa elabora uma
grade multimídia e diariamente envia para a tela do seu smartphone. Um vídeo
supostamente engraçado, uma crítica ao PT, outra ao Bolsonaro, o assalto
ocorrido no bairro, uma cena escatológica, uma bizarrice, um link duvidoso, e sexo, muito sexo. A
variação é infinita, o nível de utilidade, quase sempre baixo. Diferentemente
da TV tradicional, no WhatsApp a programação não tem horário fixo e divisão por
temas. Você recebe um vídeo pornô, às 11h da manhã, e uma risada do Mootley, um minuto depois. Claro, de
manhã a TV ZAP começa sua programação com o tradicional "bom dia!", que é repetido
em coro naquele grupo de amigos da faculdade. À noite, alguns “diretores” encerram a programação, enquanto outros continuam madrugada afora, com fotos em
festas, shows, e outras cenas testemunhadas ao vivo. No meio dessa miscelânea
virtual, salvam-se as mensagens realmente úteis, de voz, ou de texto, que se tornaram o terror das empresas de telefonia. Aprecio novidades tecnológicas,
especialmente ferramentas de comunicação, mas, confesso, não quero ser
assinante da TV ZAP. Já saí de alguns grupos (não sem arranhões) e mantenho
silenciados os poucos que ainda me têm como participante. Da lista de contatos,
volta e meia, preciso pedir gentilmente que me tirem da “programação” diária,
ou, pelo menos, que diminuam a carga. E só assim usufruo dessa ótima
ferramenta, economizando tempo e dinheiro.
Carlos Eduardo Drummond
20 de novembro de 2018
04:13
Carlos Eduardo Drummond
Passei toda minha vida de estudante sem ouvir falar de MARIA FIRMINA DOS REIS. Esquecida pela história oficial, essa mulher extraordinária tornou-se a primeira romancista brasileira, ao publicar seu livro “Úrsula”, em 1859. Graças à FLUP (Feira Literária das Periferias) desse ano, ganhei de presente sua incrível história. Negra, nascida no Maranhão, escritora, professora, abolicionista. MARIA FIRMINA DOS REIS é uma heroína brasileira, contudo, o silêncio persistente em torno de seu nome quase fez com que eu não tivesse o privilégio de conhecer sua obra. Parafraseando o samba da Mangueira do próximo ano: “Brasil, meu nego, deixa eu te contar a História que a História não conta...”
Fonte: https://www.brasildefato.com.br
26 de outubro de 2018
07:45
Carlos Eduardo Drummond
JULGAMENTO
Eu quero ouvir você olhando o vento,
E quero ver você cantando alto,
Mas não procure, assim, de modo incauto,
Zombar da força do meu pensamento.
Não deixe a glória desse sentimento
Julgar meus dons e me tomar de assalto.
A mesma angústia e o mesmo sobressalto
A mesma angústia e o mesmo sobressalto
Crucificaram-me em seu Julgamento.
Mas a verdade é um dom que vem de Deus,
E contra Deus ninguém conspirará.
A Ele entrego a luz dos sonhos meus,
Em suas mãos, entrego quem virá...
Em suas mãos, entrego quem virá...
E assim construo, sem dizer adeus,
A estrada longa desse meu penar.
Carlos Eduardo Drummond
(Musicado por André Sah)
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