30 de agosto de 2012
1 de agosto de 2012
18:38
Carlos Eduardo Drummond
Oby aos olhos de quem vê!
Eu bato o pé no chão, é minha saudação,
Livre na pureza de viver!
Sopra no caminho das águas
O vento da ambição!
O índio, então...
Não se curvou diante a força da invasão,
E da cobiça fez-se a guerra,
Sangrando as riquezas dessa terra!
Cicatrizou, deixou herança,
E o que ficou está em cartaz...
Na passarela, “estado” de amor e paz!
Siriá... Carimbó... Marujada eu dancei!
No balanço da morena... Me apaixonei!
O bom tempero pro meu paladar...
De verde e branco “treme” o povo do Pará!
A arte que brota das mãos,
Dom da criação, vem da natureza...
Da juta trançada em meus versos
Se faz poesia de rara beleza!
Oh! Mãe... Senhora, sou teu romeiro,
A ti declamo em oração:
Oh! Mãe... Mesmo se um dia a força me faltar,
A luz que emana desse teu olhar
Vai me abençoar!
No Norte a estrela que vai me guiar,
Exemplo pro mundo: Pará!
O talismã do meu país,
A sorte da Imperatriz!
Me leva, Gil Branco, Tião Pinheiro, Drummond e Maninho do Ponto
22 de junho de 2012
19 de março de 2012
14:53
Carlos Eduardo Drummond

7 de fevereiro de 2012
15:46
Carlos Eduardo Drummond
9 de dezembro de 2011
14:29
Carlos Eduardo Drummond
Eu me lembro, eu me lembro...
Em meados de dezembro
Um menino conheci.
Eu ainda era criança
Quando brilhou a esperança
No então menino que vi.
Deixei de ser pequenino
Mas meu amigo menino
Não deixou de ser criança.
E todo mês de dezembro,
Em seus olhinhos, me lembro,
Brilhava a luz da esperança.
Sim, na noite de Natal,
De Belém vinha um sinal
Ao som de um sagrado hino.
Uma estrela me dizia
Que se chamava Maria,
E que era mãe do menino.
Então, num clarão divino,
O meu amigo menino
Surgia em forma de luz.
Todo de branco, vestido,
Sussurrava ao meu ouvido:
— Eu sou o menino Jesus.
10 de novembro de 2011
14:06
Carlos Eduardo Drummond
Que, bailando ao frescor da madrugada,
Como a luz que desponta na alvorada,
Cintila alegre no total negrume.
Embora eu saiba quão pequeno é o lume,
Fito em silêncio, e, sem dizer-lhe nada,
Ali, na placidez desesperada,
Paro e medito à luz que se resume:
“Se tão pequeno inseto, calmamente,
Na noite escura e tenebrosa, trilha
Um caminho de luz fosforescente,
Eu, humilde, ao ver esta maravilha,
Não consigo entender por que, descrente,
A luz da humanidade inda não brilha!?”
Carlos Eduardo Drummond
1 de agosto de 2011
18:30
Carlos Eduardo Drummond
INTÉRPRETE: Nêgo
Oxalá!
Tua coroa ilumina o meu caminhar!
Vem do mar a esperança,
Navegando na lembrança,
Seguindo pelas águas de Iemanjá!
Traz da Bahia seu filho amado,
Canta as estórias que ele contou...
No vento, a liberdade!
No peito, um ideal!
Perfume, malandragem, boemia...
O país do Carnaval!
Põe tempero, Gabriela... Pro povo sambar!
Do jardim a Flor mais bela, também quero amar!
Tereza Batista cansada de guerra...
Tieta seduziu o meu olhar!
Palavras à beira do cais
No porto do meu coração!
Traduziu com sentimento a alma desse chão,
Valorizou toda grandeza
Da nossa miscigenação!
Obá de Xangô!
Okê Arô, eu peço proteção!
Os tambores anunciam:
É canto e dança em louvação!
Desce a ladeira, de verde e branco, vem cantar!
Ecoam meus versos do Rio à Bahia,
Ao som do berimbau na bateria!
A bênção, meu pai Amado!
É dia de festa, o povo vem te abraçar!
A Imperatriz vai convidar,
Quem é de paz, pode entrar!
4 de junho de 2011
15:06
Carlos Eduardo Drummond
anda por aí a palpitar por mim...
Por mim, cismaria eu
ser parte de alguém
que anda por aí
a pensar em mim também.
Penso na parte de alguém
que pensa em mim
sem saber que estou
pensando ser parte dela também.
Mas ai de mim se soubesse quem...
anda a suspirar por mim...
Ai de mim se soubesse
o espaço que abriga
esse pedaço de mim!
Saberia o que é ser todo!!!
2 de abril de 2011
10:04
Carlos Eduardo Drummond
Empurrava a multidão para cantar e sambar...
Festa nos salões, pelos blocos, pelas ruas,
Era o Samba que chegava pra ficar.
Pixinguinha, Villa Lobos, foram todos
"Recreio de Ramos" ficou dividido
E a força de Jório levou nossa Escola a brilhar...
No meu coração, Imperatriz!
Chique na novela, bela na Avenida,
Ela assim chegou e se consagrou!"
Fragmento de um samba composto por mim e parceiros para o concurso de 2009, ano em que a Imperatriz abordou seu aniversário de 50 anos. O samba não foi para a avenida, mas ficou de herança no meu acervo particular.
14 de março de 2011
8 de dezembro de 2010
1 de novembro de 2010
11:13
Carlos Eduardo Drummond
Está disponível uma versão ilustrada do livro "Dreamaker - O Realizador de Sonhos". Ilustrar meu próprio livro me trouxe à lembrança o tempo em que eu ainda fazia uso do desenho como instrumento de expressão artística.28 de agosto de 2010
17:58
Carlos Eduardo Drummond
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Sinopse:
Melquisedeck é um homem especial, um Dreamaker, pois tem o dom de realizar sonhos. No leito de morte, cercado de amigos e parentes, faz um inventário de sua vida a partir de seu nascimento. Narra suas experiências particulares à guisa de parábolas. Relata, sobretudo, passagens em que seu dom misterioso é determinante para mudar o rumo dos acontecimentos. A despeito das dúvidas, somente no final de sua existência a verdade maior lhe é revelada. Nas entrelinhas dessa metáfora, há um esforço para resgatar valores que a humanidade teima em esquecer de tempos em tempos, como solidariedade, companheirismo, simplicidade, perseverança e fé.
Acesse o link abaixo e conheça detalhes. Vendas exclusivas pela Internet!
http://www.agbook.com.br/book/28572--Dreamaker__O_Realizador_de_Sonhos/
8 de agosto de 2010
08:24
Carlos Eduardo Drummond

Intérprete: Nêgo
Oh! Mãe África,
Do teu ventre nascia o poder de curar!
Despertam as antigas civilizações,
A cura pela fé nas orações!
Mistérios da vida, o homem a desvendar...
A mão da ciência ensina:
O mundo não pode parar!
Uma viagem no tempo... a me levar!
O valor do pensamento a me guiar!
O toque do artista no Renascimento,
Surge um novo jeito de pensar!
Luz - Semeando a ciência,
A razão na essência, o dever de cuidar!
Luz - À medida que avança,
Uma nova esperança que nos leva a sonhar!
Segredo - A "Chave da Vida",
Perfeição esculpida, iludindo o olhar...
Onde a medicina vai chegar?
No Carnaval, uma injeção de alegria,
Dividida em doses de amor,
É a minha Escola a me chamar, Doutor!
Posso ouvir no som da bateria,
O remédio pra curar a minha dor!
Eu quero é Sambar!
A cura do corpo e da alma no Samba está!
Sou Imperatriz, sou raiz e não posso negar:
Se alguém me decifrar
É verde e branco meu DNA!






