9 de outubro de 2014



A partir de hoje, o livro "Dreamaker - O Realizador de Sonhos" poderá ser adquirido em formato e-book, a preços populares. 

8 de agosto de 2014

Imperatriz apresenta curta sobre primeiro mestre-sala carioca



         Clique para assistir
Dirigido por  Becca Lopes, o curta-metragem conta a história  de  Hilário Jovino Ferreira, o Lalu.  Figura conhecida do Morro da Conceição, na Gamboa, e amigo da lendária Tia Ciata, Lalu se desliga de seu rancho e funda o Ás de Ouro, em 1893. 
Criativo, o Rancho Ás de Ouro introduziu algumas inovações tais como, não sair no Dia de Reis, 6 de janeiro, passando a desfilar no carnaval, que foi seguido pelos outros grupos de ranchos. Ousado, Lalu decide substituir a tradicional Guarda de Honra que protegia a porta estandarte por ele mesmo sozinho. 
A ideia foi copiada por outros grupos de ranchos carnavalescos, surgindo assim a figura do mestre-sala. Além de Weber  Werneck, que dará vida a Lalu de Ouro, o elenco é composto por representantes de diversos segmentos da Imperatriz Leopoldinense, e a primeira sessão acontece  hoje às 19h30, na quadra da agremiação, com entrada franca.

27 de julho de 2014


Samba Concorrente - Carnaval 2015 - Império Serrano
Enredo: Poema aos peregrinos da fé...
Autores: Aluísio Machado, Carlitos do Império, Daniel Teles, Índio do Império, Drummond, Alexandre Macaquinho, Jorge do Cavaco e Moisés do Nascimento.
Intérprete: Karlinhos Madureira


Clique para ouvir


A alvorada anunciou...
O Império agradecido veio festejar,
Com seu manto verde e branco...
Fogos explodem no ar...
Em Madureira... O samba... Religião!
Segue a procissão...
É o meu lugar... Emoção!
Caminhos da força divina
Que nos ensina a elevar o pensamento!
Esqueço da dor... E por um momento
Sou filho da luz... É quem me conduz,
É benção verdadeira... É divinal
O brilho do meu Carnaval!
Já levei meu patuá
Pra mãe-de-santo rezar!
Me benzi na escadaria...
Eu só quero amor e paz
Pau-de-arara nunca mais!

No altar...
Em cada canto desse meu Brasil,
A esperança brilha no olhar,
Na imensidão de cada coração!
Sincretizado na força,
Abençoado nas águas de Oxalá!
Avante, Império Serrano!
Meu guerreiro soberano,
Você é especial!
Na romaria da folia,
É a hora da Serrinha,
E a fé não costuma falhar!
Vou nessa corrente
E com devoção,
Hoje o império vem cantar em oração!
Se é peregrino da fé
Imperiano é...

20 de julho de 2014

Samba Concorrente - Carnaval 2015 - Paraíso do Tuiuti
Enredo: Curumim chama cunhatã que eu vou contar...
Autores: Aluísio Machado, Pelé, Índio do Império, Drummond e João Lino
Participação Especial: Almir Ha Ha e Alexandre Macaquinho
Intérprete: Karlinhos Madureira
Vou contar...
As aventuras de um alemão!
Cruzou o mar e aqui chegou,
Movido pela sede da ambição!
Terra abençoada,
Iluminada Santa Cruz, Brasil!
O destino, então, se fez mais forte,
Lançado à sorte, à solidão voraz...
Matar a fome dos Tupinambás,
Um ritual em festa,
No coração da floresta!

Vem bailar, vem bailar!
Como se baila na tribo,
"Tamo" junto e misturado,
Vem bailar comigo!


O tempo se vestiu de esperança,
Na flecha e na lança,
O bom selvagem floresceu!
Deuses naturais, a flora e os animais,
A vida em paz, a natureza a seus pés...
Liberdade raiou,
Ao velho mundo retornou,
Herói da história, ditando memórias:
Fonte de escritores e artistas,
Banquete para os nossos Modernistas!

Feliz da vida... É dia de índio!
Em harmonia, sem pecado e sem juízo,
Meu paraíso é aqui
A Tuiuti é meu sorriso!

3 de julho de 2014

"Deus só costuma dar asas àqueles que preferem caminhar pelo chão da humildade"

Carlos Eduardo Drummond

3 de junho de 2014


Foto: Carlos Eduardo Drummond

Quando o poeta sofre por amor,
Ele nem desconfia,
Que, bem distante, uma linda flor
Chora na serrania.
E tudo em volta dele se entristece...
As paredes, o quarto, a casa...
Até o jardim também padece,
Quando poeta sofre por amor...


Carlos Eduardo Drummond

15 de outubro de 2013

(Foto: Carlos Eduardo Drummond)

17 de agosto de 2013


Direito Constitucional

Proponho Emenda Constitucional
De imediata aplicação legal:
“Todo homem
tem direito
ao Amor...

...Incondicional.”


Carlos Eduardo Drummond

2 de junho de 2013



Continuação das filmagens do curta "Lalu de Ouro - O Primeiro Mestre Sala". Cena da Festa da Penha. Nas primeiras décadas do século XX a Festa da Penha já era um reduto de bambas onde os compositores exibiam suas ultimas composições antes do carnaval. Na Festa da Penha, realizada no mês de outubro, se conheciam as tendências musicais e da moda em geral. Aqui vemos em primeiro a atriz Carmita Paulo, como Tia Ciata, e Weber Werneck interpretando Lalu de Ouro. Ao fundo vemos Zé Antonio de Mendonça, Carlos Eduardo Drummond, Eduardo Alencar e com o violão Ismael de Castro, além da presença das baianas da Imperatriz Leopoldinense. O filme ainda está em fase de produção e a história aborda a vida de Hilário Jovino Ferreira ou Lalu de Ouro - O Primeiro Mestre Sala, com a direção de Becca Lopes.

Fontes:




18 de maio de 2013


     O amor e o tempo


O homem do século XIX
Encontra a mulher do século XX.
...No dia seguinte,
Os II caminham juntos,
Como se fossem I,
Rumo ao século XXI...

Carlos Eduardo Drummond

30 de abril de 2013


Direito Penal

Diz o Direito:
Não há homicídio sem morte!
Mas eu me pergunto calado:
O que pode o juiz fazer,
Se eu morrer, aqui, de saudade,
Vivendo de amor por você?

Carlos Eduardo Drummond

17 de fevereiro de 2013

Samba CAMPEÃO 2013!!!!
Autores: Me Leva, Gil Branco, Tião Pinheiro, Drummond e Maninho do Ponto





2 de fevereiro de 2013


G. R. E. S.  Império da Uva - 2013
Enredo: Arraial do Cabo - O paraíso é aqui!
  
Samba CAMPEÃO 2013!!!!!!

Amanheceu!
Nesse paraíso imortal...
É dia de luz, é festa do Sol, é Carnaval!
Índio, valente guerreiro,
Lutou sem recuar!
Vespúcio edificou seu Forte,
Inaugurou a primeira Feitoria...
Lançada à sorte,
Uma cidade, então, surgia...

Eterno verão... Calor!
Orgulho em teu chão... Valor!
O dom de proteger a vida... uma lição
Exemplo de preservação!

Lança a rede, pescador..
Me vejo na tua esperança!
Um barco a me guiar
No azul do mar...
É minha vida, é meu cantar...
Um horizonte a me perder,
Um oceano de prazer...
A fé... O brilho do farol!
Depois de curtir a minha praia,
Eu quero ver o pôr-do-Sol
Lá no “Pontal do Atalaia!”

Arraial do Cabo!
Eu vim aqui pra te ver,
O meu amor por você é caso sério!
O Império da Uva vem pra mergulhar
Fundo no teu mar!

Careca - Gabriel Coelho - Drummond

9 de dezembro de 2012




Eu me lembro, eu me lembro...
Em meados de dezembro,
Um menino conheci.
Eu ainda era criança
Quando brilhou a esperança
No então menino que vi.

Deixei de ser pequenino
Mas meu amigo menino
Não deixou de ser criança.
E todo mês de dezembro,
Em seus olhinhos, me lembro,
Brilhava a luz da esperança.

Sim, na noite de Natal,
De Belém vinha um sinal
Ao som de um sagrado hino.
Uma estrela me dizia
Que se chamava Maria,
E que era mãe do menino.

Então, num clarão divino,
O meu amigo menino
Surgia em forma de luz.
Todo de branco, vestido,
Sussurrava ao meu ouvido:
— Eu sou o menino Jesus.

Carlos Eduardo Drummond

5 de novembro de 2012


Se estiver bebendo sonhos,
Brinde à vida na ilusão...
Se entregue ao desconhecido,
Mas vá de táxi, irmão!

Carlos Eduardo Drummond

18 de outubro de 2012

Samba CAMPEÃO 2013!!!!


No Norte a estrela que vai me guiar,
Exemplo pro mundo: Pará!
O talismã do meu  país,
A sorte da Imperatriz!



Me Leva, Gil Branco, Tião Pinheiro, Drummond e Maninho do Ponto

14 de outubro de 2012

(Foto: Carlos Eduardo Drummond)

SONETO A UM CONDENADO À MORTE
(Tragédia na França do Século XIX)

A Victor Hugo
(Le denier jour d’un condamné)

Fria sentença: à morte condenado,

Ideia lúgubre lhe vem à mente,
Sorte dele e da lâmina serpente
Que, juntos, selam o fúnebre noivado.

A poucas horas do terrível fado,

A guilhotina é preparada. Rente,
Um cesto é posto, onde, ao olhar da gente,
O cadafalso espera o renegado.

A multidão se estreita, ali, na esquina

Da grande Praça, palco do infeliz
Que espera a hora da carnificina.

— Não há mais tempo (o atroz carrasco diz),

Está na hora — desce a guilhotina...
Cala-se a voz, mas quem morre é Paris.

Carlos Eduardo Drummond

30 de agosto de 2012

(Foto: Carlos Eduardo Drummond)

Oração Carioca

Cristo nosso que estais no Corcovado,
Santificado seja o vosso Rio,
Sejam belas vossas praias,
Do Leme ao Pontal...
O Pão-de-Açúcar nosso de cada dia nos dai hoje,
Perdoai-nos em fevereiro, é Carnaval.

Carlos Eduardo Drummond


1 de agosto de 2012

Raiou Cuara!
Oby aos olhos de quem vê!
Eu bato o pé no chão, é minha saudação,
Livre na pureza de viver!
Sopra no caminho das águas
O vento da ambição!
O índio, então...
Não se curvou diante a força da invasão,
E da cobiça fez-se a guerra,
Sangrando as riquezas dessa terra!
Cicatrizou, deixou herança,
E o que ficou está em cartaz...
Na passarela, “estado” de amor e paz!

               Siriá... Carimbó... Marujada eu dancei!
               No balanço da morena... Me apaixonei!
               O bom tempero pro meu paladar...
               De verde e branco “treme” o povo do Pará!

A arte que brota das mãos,
Dom da criação, vem da natureza...
Da juta trançada em meus versos
Se faz poesia de rara beleza!
Oh! Mãe... Senhora, sou teu romeiro,
A ti declamo em oração:
Oh! Mãe... Mesmo se um dia a força me faltar,
A luz que emana desse teu olhar
Vai me abençoar!

              No Norte a estrela que vai me guiar,
              Exemplo pro mundo: Pará!
              O talismã do meu país,
              A sorte da Imperatriz!

Me leva, Gil Branco, Tião Pinheiro, Drummond e Maninho do Ponto


22 de junho de 2012

"Se o seu orgulho
Não deixa você aceitar
Essa minha saída,
Não precisa ficar deprimida,
Eu deixo você me deixar!"

Carlos Eduardo Drummond

7 de maio de 2012

(Foto: Carlos Eduardo Drummond)
Fim de tarde no subúrbio do Rio de Janeiro.




















19 de março de 2012


Em abril de 1996, debutei na literatura publicando meu livro de poemas Borboleta Cor de Areia. Esgotados os 1000 exemplares da edição original, disponibilizo agora pela Agbook a 2a edição do livro. No site é possível encomendar um exemplar impresso ou baixar em formato e-book, a preços populares. Confira no link abaixo.

Compre aqui o livro 'Borboleta Cor de Areia'

Está disponível pela editora Agbook a 2a edição do meu livro de sonetos "Pequenos Sons", lançado originalmente em dezembro de 2003. No site é possível adquirir o livro impresso e também baixar em formato e-book, a preços populares. Acesse o link abaixo e confira.

Compre aqui o livro 'Pequenos Sons'

7 de fevereiro de 2012


Ninguém vai me segurar...

Aconteceu...
O despertar de um lindo sonho meu!
A emoção resplandeceu
No coração da Leopoldina!
A vida embalada em canções,
Extravasando emoções...
Um elo de amor e felicidade,
É o samba que manda na minha cidade!

Sou filho de Jorge, o Santo Guerreiro,
Sou nobre na fé, sou brasileiro,
Meu santo é forte, ninguém vai me segurar...
Eu levo a sorte, deixo a vida me levar...

Flavinho - Me Leva - Drummond

5 de janeiro de 2012

(Foto: Carlos Eduardo Drummond)
Feliz 2012!!!!!

9 de dezembro de 2011


Eu me lembro, eu me lembro...
Em meados de dezembro
Um menino conheci.
Eu ainda era criança
Quando brilhou a esperança
No então menino que vi.

Deixei de ser pequenino
Mas meu amigo menino
Não deixou de ser criança.
E todo mês de dezembro,
Em seus olhinhos, me lembro,
Brilhava a luz da esperança.

Sim, na noite de Natal,
De Belém vinha um sinal
Ao som de um sagrado hino.
Uma estrela me dizia
Que se chamava Maria,
E que era mãe do menino.

Então, num clarão divino,
O meu amigo menino
Surgia em forma de luz.
Todo de branco, vestido,
Sussurrava ao meu ouvido:
— Eu sou o menino Jesus.
Carlos Eduardo Drummond

10 de novembro de 2011

Fito, à noite, um pequeno vaga-lume,
Que, bailando ao frescor da madrugada,
Como a luz que desponta na alvorada,
Cintila alegre no total negrume.

Embora eu saiba quão pequeno é o lume,
Fito em silêncio, e, sem dizer-lhe nada,
Ali, na placidez desesperada,
Paro e medito à luz que se resume:

“Se tão pequeno inseto, calmamente,
Na noite escura e tenebrosa, trilha
Um caminho de luz fosforescente,

Eu, humilde, ao ver esta maravilha,
Não consigo entender por que, descrente,
A luz da humanidade inda não brilha!?”


Carlos Eduardo Drummond

1 de agosto de 2011


Samba Concorrente: Imperatriz Leopoldinense - Carnaval 2012 - "Jorge, Amado Jorge"
AUTORES: Flavinho, Me leva, Gil Branco, Tião Pinheiro e Drummond


http://www.youtube.com/watch?v=2H3xR80T-QE

INTÉRPRETE: Nêgo

Oxalá!
Tua coroa ilumina o meu caminhar!
Vem do mar a esperança,
Navegando na lembrança,
Seguindo pelas águas de Iemanjá!
Traz da Bahia seu filho amado,
Canta as estórias que ele contou...
No vento, a liberdade!
No peito, um ideal!
Perfume, malandragem, boemia...
O país do Carnaval!

Põe tempero, Gabriela... Pro povo sambar!
Do jardim a Flor mais bela, também quero amar!
Tereza Batista cansada de guerra...
Tieta seduziu o meu olhar!

Palavras à beira do cais
No porto do meu coração!
Traduziu com sentimento a alma desse chão,
Valorizou toda grandeza
Da nossa miscigenação!
Obá de Xangô!
Okê Arô, eu peço proteção!
Os tambores anunciam:
É canto e dança em louvação!
Desce a ladeira, de verde e branco, vem cantar!
Ecoam meus versos do Rio à Bahia,
Ao som do berimbau na bateria!

A bênção, meu pai Amado!
É dia de festa, o povo vem te abraçar!
A Imperatriz vai convidar,
Quem é de paz, pode entrar!

18 de junho de 2011




O centenário de Jorge Amado não poderia passar em branco na Avenida. Vai passar em Verde e Branco.


4 de junho de 2011

Parte do meu ser
anda por aí a palpitar por mim...
Por mim, cismaria eu
ser parte de alguém
que anda por aí
a pensar em mim também.

Penso na parte de alguém
que pensa em mim
sem saber que estou
pensando ser parte dela também.

Mas ai de mim se soubesse quem...
anda a suspirar por mim...
Ai de mim se soubesse
o espaço que abriga
esse pedaço de mim!

Saberia o que é ser todo!!!


Carlos Eduardo Drummond

21 de abril de 2011

(Foto: Carlos Eduardo Drummond)
A cidade que nunca dorme... Viva a liberdade!




2 de abril de 2011

"E no Carnaval, a semente que embalava
Empurrava a multidão para cantar e sambar...
Festa nos salões, pelos blocos, pelas ruas,
Era o Samba que chegava pra ficar.

Pixinguinha, Villa Lobos, foram todos
Destinados bambas que ensinaram nosso lugar a sonhar!
"Recreio de Ramos" ficou dividido
E a força de Jório levou nossa Escola a brilhar...
No meu coração, Imperatriz!
Chique na novela, bela na Avenida,
Ela assim chegou e se consagrou!"


Fragmento de um samba composto por mim e parceiros para o concurso de 2009, ano em que a Imperatriz abordou seu aniversário de 50 anos.
O samba não foi para a avenida, mas ficou de herança no meu acervo particular.

14 de março de 2011


"Busco sempre realizar o impossível. Agindo assim, realizo as coisas possíveis, que, para
outros, seriam as impossíveis."


Carlos Eduardo Drummond